Dia Mundial da doença do Alzheimer

 

“A demência não faz parte do envelhecimento normal”

Alguns sintomas, que podem incluir a perda de memória, dificuldades de raciocínio, de resolução de problemas, assim como alterações da linguagem, do humor ou do comportamento.

São estas pequenas mudanças que dão o inicio, mas com o tempo tornam-se mais graves e prejudicam o dia-a-dia da pessoa com demência.

A demência é um desafio enorme para um número crescente de famílias, uma das principais causas de Dependência e Incapacidade. Não podemos ignorar o impacto devastador nas pessoas com demência, nas famílias, nos cuidadores e nos sistemas de saúde e de protecção social.

“A Doença de Alzheimer é silenciosa e entra como um tsunami nas famílias” (Antonio Ortín, jornalista e parceiro do fotógrafo Alejandro Hurtado no projecto Caminho da Memória).

Desde de 2012 que se assinala, em Setembro, o Mês Mundial da Doença Alzheimer, sendo 21 de setembro o Dia Mundial da Doença de Alzheimer.

A Alzheimer´s Disease Internacional informa que 2 em cada 3 pessoas considera que há pouca ou nenhuma compreensão da demência nos seus países.

De ano para ano, verificamos que as diversas iniciativas, realizadas no mundo, para captar a atenção da comunidade, ganham maior impacto.  Contudo, apesar dos progressos, há ainda muito trabalho a fazer no que se refere ao combate ao estigma, à informação e à formação.

Temos que agir hoje, trabalhar, afincada e concertadamente, na prevenção para que possamos dar melhor qualidade de vida às pessoas com demência, famílias e cuidadores.

Segundo os últimos dados publicados na revista científica The Lancet, é possível evitar um em cada três casos de demência, se forem controlados os factores de risco como a obesidade, a diabetes, a hipertensão e se for promovida a actividade física e fomentado o contacto social.

Durante o mês de setembro, são múltiplas as iniciativas que visam sensibilizar a comunidade para a importância dos sinais de alerta; do diagnóstico atempado; da criação e implementação do Plano Nacional para as Demências, do Estatuto do Cuidador, e da Comunidade Amiga das Pessoas com Demência.

O Papel da Alzheimer Portugal na Sociedade

Sensibilizar para a urgência de um Plano Nacional Alzheimer e disponibilizar o nosso conhecimento e experiência, na sua criação e implementação

Desenvolver campanhas nacionais e locais de informação sobre a doença, as suas características e formas de intervenção

    Alertar para a importância:

  • Do diagnóstico precoce
  • Da valorização do papel dos clínicos gerais na detecção dos primeiros sinais da demência e encaminhamento para consulta da especialidade (Neurologia ou Psiquiatria)
  • Da valorização do papel dos cuidadores, e do reconhecimento das suas necessidades e direitos específicos
  • Da integração do estudo da demência como matéria obrigatória na formação médica
  • Desenvolver ações de formação para cuidadores
  • Criação de serviços e equipamentos modelo com vista à aprendizagem e partilha das melhores práticas

Chegou o momento de agir! A Doença de Alzheimer deve ser considerada uma prioridade da saúde pública e de política social.

 

Ajude a não esquecer e não será esquecido!  

Para saber mais clique aqui: http://alzheimerportugal.org/pt/